Venda de
jornais impressos no mundo teve alta de 1,3% no ano passado.
No Brasil, avanço
foi de 5%.
Circulação caiu no 1° trimestre, mas já se
recupera BARCELONA e RIO. O presidente da
Associação Mundial de Jornais (WAN,
da sigla em inglês) e diretor-executivo do grupo
Independent
News and Media, Gavin O’Reilly, disse na segundafeira que
a circulação de
jornais impressos no mundo cresceu 1,3% em 2008, apesar da
crise.
Esse resultado,
frisou, contradiz as notícias “enganadoras” sobre a morte iminente dos
jornais.
“No que se refere à indústria
global, o número de leitores de (jornais) impressos continua a
crescer”, disse
O’Reilly, na conferência “Poder do impresso”, da WAN,
em Barcelona, segundo
nota da associação. “Porém, podese
dizer que esse crescimento está ocorrendo nos mercados
emergentes e mascara a
tendência de queda nos países desenvolvidos. E, num certo sentido,
isso é
verdade, mas não é toda a história, à medida que as empresas jornalísticas
nesses
mercados abraçaram tecnologias digitais para ampliar ainda mais a
audiência”.
“O fato de essa visão de caos e
desalento sobre nosso setor ter seguido adiante sem resposta,
para mim,
constitui o caso mais bizarro de automutilação já
visto no nosso segmento. E continua,
com os comentaristas incapazes de olhar
além de sua retórica e apenas aderindo ao coro de que
o futuro é on-line,
on-line, online”, afirmou O’Reilly.
No Brasil, o mercado para os jornais
teve um desempenho acima da média mundial em 2008. A
circulação cresceu 5%, depois de ter aumentado 11,8% em 2007, segundo dados do
Instituto
Verificador de Circulação (IVC). E a receita publicitária subiu
9,83%, de acordo com o Projeto
Inter-Meios.
— O Brasil, assim como outros emergentes, tem grande parcela da população a ser
conquistada
para a leitura de jornais — disse Ricardo Pedreira, diretor
executivo da Associação Nacional de
Chávez:
‘brincadeira’ em declarações Presidente da Argentina cobra explicação sobre
suposto
favorecimento a Brasil Enrique Marcarian/Reuters/2-8-2008 CRISTINA KIRCHNER cobrou
desmentido público do governo Chávez LUZ AMARELA l
PRESSIONADO PELA escassez de divisas
em decorrência da queda vertiginosa do
preço do petróleo, o caudilho Hugo Chávez baterá às
portas do BNDES em busca de dinheiro.
A IDEIA é conseguir no banco
financiamento para projetos na Venezuela executados com a
participação de
empresas brasileiras.
A OPERAÇÃO faz
sentido. O
problema é como calcular a taxa de risco dos empréstimos.
Se tudo for feito como deve ser, em
bases técnicas, a taxa terá de ser alta, pois a Venezuela de
Chávez não respeita contratos.
O BANCO não pode aceitar pressões de
companheiros bolivarianos de Brasília para ser
camarada
com Chávez.
Estão em jogo a imagem da
instituição e o destino do dinheiro dos brasileiros que pagam impostos.
Jornais (ANJ). — Além disso, as
empresas jornalísticas brasileiras conseguiram ampliar suas vendas
por meio de
jornais populares, e não houve canibalização da
circulação dos demais.
Segundo Pedreira, a venda de jornais
está diretamente relacionada à situação econômica do país. Isso
explica a queda
de 1,6% na circulação no primeiro trimestre de 2009 (sobre o mesmo período de
2008)
e de 6,1% na receita publicitária.
— Isso é reflexo da crise, mas, na
nossa avaliação, é uma situação passageira. Já vemos um início
de recuperação,
pois a circulação subiu 0,7% em março.